segunda-feira, 5 de setembro de 2016
NOTA PÚBLICA - Democracia golpeada, Povo em luta!
"Mas o golpe está só no começo. Esta elite exige um pacote de reformas que serão o verdadeiro golpe aos direitos sociais e trabalhistas. O discurso de Temer, ao assumir a efetividade da presidência, deixou claro a que veio, qual seu projeto, a quem serve". Confira Nota Pública divulgada pela diretoria e coordenação executiva nacional da CPT sobre o golpe contra a democracia no Brasil:
A Diretoria e a Coordenação Executiva Nacional da Comissão Pastoral da Terra, no decorrer dos últimos meses mais de uma vez se manifestou sobre a crise política que o país vive. Hoje com o desfecho final do processo de afastamento da presidenta Dilma volta a se manifestar.
Efetivou-se o golpe e a vergonhosa anulação do povo no seu direito de ser governado por quem ele escolheu. Interrompeu-se a democracia com doses agudas de cinismo e traição. Instaurou-se um regime de exceção não declarado, que faz temer pelo futuro.
A CPT sempre se manifestou criticamente em relação aos últimos governos e seus muitos erros e poucos acertos, e por terem se rendido ao jogo das barganhas escusas entre políticos profissionais e empresários. Com isso não responderam aos anseios e necessidades mais profundas da população, por participação e direitos, como prometeram. Em especial os camponeses e camponesas, os sem-terra e, sobretudo, os povos indígenas, os quilombolas e outras comunidades tradicionais, foram preteridos no balcão dos negócios em que se chafurdou a política.
Mas o desfecho do processo é uma afronta à democracia. O fato de os senadores terem votado por manter os direitos políticos da presidenta afastada, deixa claro sua incoerência. Só queriam seu lugar por razões políticas inconfessas, mas que todos sabem. Foi impedida uma presidenta que não praticou crime de responsabilidade comprovado.
Na verdade o que se viu não foi um julgamento, mas o cumprimento de um rito formal e vazio de sentido democrático. O destino de Dilma Rousseff já havia sido acertado entre perdedores das últimas eleições e ex-governistas traidores. A elite empresarial e financeira que deu suporte ao processo cobrou a fatura ao Congresso Nacional. Incapaz de chegar ao poder pela via eleitoral, assalta-o pelo golpe, num monumental e reincidente desprezo pelo povo, o eleitor. Formalidades cumpridas, não se poderia classificar o ato como golpe, é o que tentam fazer o povo crer.
Mas o golpe está só no começo. Esta elite exige um pacote de reformas que serão o verdadeiro golpe aos direitos sociais e trabalhistas. O discurso de Temer, ao assumir a efetividade da presidência, deixou claro a que veio, qual seu projeto, a quem serve.
São três os principais golpes que afetam diretamente a vida do povo.
Reformas no direito do trabalho, com prevalência dos acordos entre patrão e empregado sobre a legislação trabalhista e favorecimentoda terceirização de atividades, aposentando a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Reformas na previdência ampliando a idade mínima para aposentadoria e desvinculando do salário mínimo o reajuste da mesma E o golpe, tanto ou mais grave que os acima citados contra a Constituição, como propõe a PEC 241 de congelar o investimento público por 20 anos, atingindo gastos com educação, saúde e programas sociais.
Ademais, ao sacrificar novamente as populações do campo e das florestas, plantando divisão entre os movimentos camponeses para enfraquecê-los, anuncia-se uma reforma agrária cosmética, para facilitar a entrega de terras a estrangeiros e internacionalizar ainda mais o agronegócio. E para impor as reformas e reprimir resistências, criminalização e violência contra os movimentos e ativistas sociais, como já está acontecendo.
Se são tempos escuros os que vivemos, mais ainda os que virão no futuro próximo. Mas fazemos nossas as candentes palavras do antropólogo Carlos Rodrigues Brandão: “Essa hora é escura, mas é agora o momento de contra o escuro acender as luzes claras de nome esperança, e do chão levantar e se erguer”. Essa é a hora das ruas, praças e estradas do país, da luta e da resistência a se “somar com a ternura, a coragem e o sentido, o valor e o sabor” de quem sabe que a História é o povo quem faz, com festa, mesa partilhada, música e dança, mas também com lágrimas, suor e sangue, quando é preciso. “A hora é agora. Vamos juntos recriar a vida e da vida ... expulsar o medo, transformar o mundo”.
O IV Congresso Nacional que a CPT realizou no ano passado em Rondônia tinha como lema “FAZ ESCURO, MAS EU CANTO”, verso do poeta Thiago de Mello. Hoje, apesar de tudo cantamos, pois acreditamos que é da planície, das lutas do povo do campo da cidade, e não do Planalto que virão as mudanças que o Brasil continua a precisar.
Goiânia, 02 de setembro de 2016,
Semana da Pátria.
A Diretoria e Coordenação Executiva Nacional da Comissão Pastoral da Terra
Mais Informações:
Cristiane Passos (62) 4008-6406 / 99307-4305
Antônio Canuto – (62) 4008-6412
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Fórum sobre Meio Ambiente
COMISSÃO PASTORAL DA TERRA REALIZARÁ FORUM SOBRE MEIO AMBIENTE- DIA DE CAMPO
DIA: 16.08.2016 - HORAS: 09:00 ÀS 16.
LOCAL: ASSENTAMENTO DE RONDINHA-ESCOLA- JÓIA
NO GINÁSIO: Exposição: Colheita Venenosa- EMATER
PAUTA:
- MANHÃ: - CACON- Efeitos do veneno na saúde humana
- Volnei Prof. Da UNIJUI- A Saúde na Terra,
- TARDE: - TENENTE Fernando: Consequências do uso do veneno;
EMATER: As alternativas- VOLNEI: Cuidado com a terra
Na ESCOLA: Experiências de Batata doce e variedades de mandioca.
VISITAS de outras escolas......
Coordenação: Adilio Perin e Ir. Norma Knob
sexta-feira, 29 de julho de 2016
JORNADA DE INTEGRAÇÃO CAMPO E CIDADE: ECOS DE UMA ECOLOGIA INTEGRAL
A articulação das Pastorais Sociais, da qual a Comissão pastoral da Terra faz parte, juntamente com a Cáritas Arquidiocesana, Feira Ecológica, Coonalter e Pastoral da Juventude Rural promoveram a 1ª Jornada de Integração Campo e Cidade, no dia 16 de julho em Passo Fundo. O principal objetivo é fortalecer e valorizar os agricultores e agricultoras agroecológicos, articulando saberes, sabores e práticas. As bancas temáticas e atividades deixaram marcas e compromissos.
Feira Ecológica
Já é tradicional em Passo Fundo a Feira Ecológica. Pequenos agricultores e agricultoras da região, organizados em pequenos grupos, produzindo de forma agroecológica, oferecem a comunidade passo-fundense alimentos orgânicos e saudáveis. Segundo a Professora Dr. Claudia Petry, da Universidade de Passo Fundo, que esteve participando da atividade: “somos o que comemos”. A relação entre a saúde e a alimentação é intrínseca e determinante para nossas vidas.
Para Maristela, uma das agricultoras feirantes, o que garante a produção e a vitalidade da feira é a relação que se estabeleceu entre os produtores e os consumidores. Segundo ela, existe “um cuidado mútuo na medida em que se produz pensando no consumidor e se consome pensando no produtor”. Quem ganha com os alimentos orgânicos não é somente o ser humano, mas toda a natureza, que vê seus ciclos respeitados. Um dos problemas que os agricultores ecológicos citam é com relação às políticas públicas para a agroecologia, pois existe um abismo entre o potencial financeiro investido no agronegócio e o investimento na agroecologia.
Economia Solidária e Alimentação Nutritiva
A Cáritas Arquidiocesana enriqueceu a Jornada com a presença de grupos de economia solidária. “Eco”, do grego oikos, significa “casa” e “nomia” do grego nomos, significa norma. O termo “economia” carrega em seu significado a organização da casa comum. A economia solidária é uma alternativa frente ao modelo neoliberal de acúmulo e concentração de riquezas. É organizada em redes e grupos que produzem e comercializam numa lógica de partilha, responsabilidade ambiental e social.
Pensar uma ecologia integral é agregar toda a caminhada já construída pelos grupos da economia solidária. Diretamente ligada a agroecologia, a esta forma de economia é vivida por grupos do campo e da cidade. A Cáritas dispõe de informações e pode ajudar a população a ter acesso com mais intensidade aos produtos e aos grupos solidários.
Além disso, a banca, também proporcionou diálogos sobre alimentação nutritiva e cuidados alternativos com a saúde. A Pastoral da Saúde esteve presente com indicações de chás e remédios caseiros, de modo especial na linha preventiva. Para os agentes da Pastoral da Sáude, tão importante quanto à cura de doenças é sua prevenção. Por isso, a importância da medicina alternativa e da alimentação nutritiva e saudável.
SEMENTES CRIOULAS
O cuidado com a Terra e a produção de alimentos saudáveis passa também pelo resgate e preservação das sementes crioulas.
A Equipe da Comissão Pastoral da Terra do Rio Grande do Sul – CPT, esteve presente na Jornada acompanhada de agricultores e agricultoras de Santa Cruz do Sul integrantes do Banco de Sementes Crioulas daquela Diocese, e que apresentaram a experiência aos participantes da Jornada. Coordenador do Banco, o técnico em agropecuária Maurício Queiroz, 37 anos, que também integra a equipe de coordenação da CPT – RS, respondeu algumas perguntas para a página da Ação Social da Igreja.
-Maurício, qual é a importância de se falar em sementes crioulas atualmente?
Eu acho fundamental, por que com a repercussão das sementes crioulas temos a possibilidade de produzirmos alimentos diversificados e ecológicos. Através delas podemos chamar atenção para a importância da agricultura de base ecológica que é desenvolvida em harmonia com a natureza. Ao preservar as sementes crioulas e produzir seguindo os princípios da agroecologia, estamos produzindo alimentos sem destruir a casa comum, na qual nossa espécie é apenas um morador. Existe uma grande biodiversidade a ser preservada e, dentro dela, a agrobiodiversidade das sementes crioulas.
-O que são sementes crioulas?
Sementes crioulas, também conhecidas por sementes comuns, tradicionais ou caseiras, são as sementes tradicionalmente produzidas pelos agricultores e agricultoras. Com elas evoluíram nestes milhares de anos de existência da agricultura, razão pela qual são chamadas de Patrimônio dos Povos. Eles são a base da produção dos nossos alimentos. Não da para falar de sementes crioulas sem falar de agricultor, agricultora, campesino, povos indígenas. Há uma simbiose entre eles e as sementes. Junto com as sementes crioulas também estão mudas de plantas, raças de animais crioulos. Todos eles precisam ser preservados.
-Em que elas se diferenciam das sementes híbridas e transgênicas?
A principal diferença diz respeito ao controle. As crioulas estão nas mãos dos agricultores que com ele evoluíram naturalmente sem qualquer modificação genética e laboratório, garantindo-lhes autonomia e segurança alimentar. Já as híbridas têm como donos as grandes multinacionais. São desenvolvidas em laboratório e casadas ao pacote de agroquímicos. É bom lembrar que para produzir híbridos são necessárias sementes crioulas, que são a base.
¬-É possível coadunar sementes crioulas com agronegócio? Ou as duas são excludentes entre si?
Não combinam; são modelos completamente antagônicos. As sementes crioulas combinam com agroecologia, com diversidade, economia local, produção de alimentos, com partilha da terra, com alimentação saudável. Aliás, comida de verdade só é possível com sementes de verdade, que são as crioulas.
O que é um banco de sementes crioulas?
É uma estratégia encontrada por comunidades de agricultores e agricultoras para manter sementes crioulas na produção de seus alimentos. As propriedades dos agricultores sempre foram “bancos de sementes crioulas” e isso precisa voltar a acontecer. Dai se estimula que as famílias organizem num espaço comum para manter as sementes. Isto é um Banco de Sementes Crioulas.
MANIFESTO CONTRA OS ALIMENTOS TRANSGÊNICOS E A FAVOR DA SEGURANÇA ALIMENTAR
O recente relatório a respeito dos transgênicos efusivamente propagandeado em horário nobre pela grande mídia teve como óbvio interesse de tranquilizar os consumidores. Com o objetivo de dar uma versão pretensamente científica, por todos os cantos do planeta ouviu-se a afirmação de que “alimentos transgênicos não fazem mal à saúde”. Porém nós, entidades, agricultores e consumidores, que defendem a alimentação saudável, queremos dizer à sociedade que não concordamos com essa afirmação, pois sabemos que existem vários estudos que, DE FORMA CIENTÍFICA, apontam para os riscos da ingestão dos alimentos transgênicos à saúde.
O tal relatório não fez nenhuma pesquisa, mas uma junção de dados e concluiu tendenciosamente que não haviam provas de que os transgênicos fazem mal. Porém, escondeu-se o fato de que não provar o malefício não significa provar que é seguro. Continuamos a entender que o princípio da precaução deve reger toda a nova tecnologia criada pelo homem, especialmente no que diz respeito a alimentação humana e que as pesquisas desse caráter normalmente são superficiais.
Será que os autores do relatório analisaram os estudos que indicam os efeitos nocivos dos transgênicos a saúde? Ou, como já ocorreu outras vezes, esses estudos foram ignorados? No livro “Lavouras Transgênicas: riscos e incertezas” estão descritos mais de 750 estudos que são sumariamente desprezados pelos órgãos reguladores. A consistente pesquisa francesa de Seralini de 2014 observou relação entre o consumo de transgênicos e o aparecimento de TUMORES MALÍGNOS em cobaias. Por que isso não está sendo divulgado?
A divulgação bombástica do relatório, nesse momento, não tem relação com novas descobertas, mas, possivelmente com os acontecimentos que arranharam a imagem dos transgênicos nos últimos tempos: a mudança de posição de pesquisadores, como o canadense Thierry Vrain que, de fervoroso cientista a favor tornou-se um combatente dos transgênicos indo a público expor as mentiras da propaganda da indústria de biotecnologia; o manifesto dos 815 cientistas de 82 países pedindo a suspensão dos transgênicos em todo o mundo; o despertar de consciência da sociedade de vários países exigindo rótulos nos alimentos transgênicos; a guerra comercial contra a postura da Europa de querer comer alimentos seguros e não importar transgênicos; entre outros.
Por tudo isso, as Articulações de Agroecologia do Vale do Taquari e do Vale do Rio Pardo e os participantes do 16º Encontro Diocesano de Sementes Crioulas vêm a público manifestar que não aceitamos o relatório e a propaganda pró-transgênico e propomos que a sociedade tampouco aceite. Repudiamos a forma com que a CTNBio guiada por interesses econômicos, avalia e libera essas sementes. Ao invés disso, queremos mais pesquisa séria e menos liberação comercial dessa tecnologia pois ninguém quer ser cobaia dos alimentos da engenharia genética.
Arvorezinha, 27 de julho de 2016.
sexta-feira, 20 de maio de 2016
9° Encontro de Sementes Crioulas de Arroio do Meio avalia alimentação
O Município de Arroio do Meio realiza desde 2008 seu encontro anual de valorização das sementes crioulas. Todos aqueles que buscam resgatar e preservar sementes, tirando proveito de suas potencialidades, são convidados a participar. Para participar do encontro, os interessados devem colaborar trazendo sementes e mudas crioulas para trocar, algum alimento saudável para a confraternização, ou receitas e experiências para partilhar.
O 9º Encontro de Sementes Crioulas de Arroio do Meio será realizado no dia 25 de maio de 2016, quarta-feira, véspera do feriado de Corpus Christi, onde os participantes serão recepcionados a partir das 13h. O local é o mesmo das edições anteriores: o Salão Paroquial da Comunidade Católica de Arroio do Meio.
“O Valor Nutritivo dos Alimentos Orgânicos” será o tema deste ano e contará com palestra da nutricionista Joice Johann Bordignon, da Secretaria Municipal da Educação. Também estarão presentes duas jovens da Alemanha que farão um depoimento sobre o consumo de alimentos orgânicos naquele país.
A promoção é das Comunidades Católica e Evangélica de Confissão Luterana, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Secretaria Municipal da Agricultura, Grupo dos Agricultores Ecologistas de Forqueta, Comissão Pastoral da Terra, Associação Ecobé e Emater. O evento conta com o apoio da Secretaria Municipal da Educação e da Articulação de Agroecologia do Vale do Taquari e faz parte das comemorações da Semana Brasileira do Alimento Orgânico.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Encontro Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais
IV ENCONTRO DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS
“Na diversidade a solidariedade transformadora”
Os povos e comunidades tradicionais têm sido permanentemente espoliados de seus direitos de viver na e da terra, em paz e harmonia. Foram e continuam sendo pressionados e expulsos da terra pelo avanço do agronegócio e dos grandes projetos de mineração, hidrelétricas rodovias, hidrovias e outros tantos projetos do grande capital.
E é nesse contexto que a Comissão Pastoral da Terra promove o Encontro Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais que tem como objetivo proporcionar encontro e troca de experiências entre Comunidades Tradicionais do Rio Grande do Sul: Indígenas, Quilombolas, Ribeirinhos e Pescadores visando fortalecer a luta e organização conjunta para fazer avançar a construção de um novo projeto para o país, onde sejam respeitadas e valorizadas as diversidades culturais, as sabedorias seculares, as formas de viver e conviver com a natureza e todas as formas de vida, com justiça social e dignidade.
O Encontro de Povos e Comunidades Tradicionais, que está em sua IV edição, é um espaço de estímulo e reforço do protagonismo dos povos e comunidades participantes, um momento de formação e de divulgação de suas vitórias no combate das injustiças.
LOCAL: QUILOMBO RINCÃO DOS NEGROS, Rio Pardo/ RS
TROCA DE EXPERIÊNCIAS: cada grupo, comunidade, quilombo, aldeia indígena, grupo de pescadores, que participará do encontro é convidado a trazer painel com os dados da realidade do seu grupo/povo para o momento de partilha.
ALIMENTAÇÃO: àqueles que têm possibilidade são convidados a levarem alimentos para partilhar. A comunidade do Quilombo organizará as refeições que prevê contribuição espontânea dos participantes.
CULTURA: haverá momento para apresentações culturais, música, dança.
PROGRAMAÇÃO
8h30min - Acolhida
9h - Abertura - mística e espiritualidade, apresentação dos participantes.
10h - VER – partilha da realidade
11h30min - JULGAR – Debates e questionamentos
12h30 - Intervalo almoço
13h - Manifestações culturais, música e dança
14h - AGIR – A partir das realidades ouvidas, como nos organizar?
15h - Encaminhamentos concretos/trabalhos em grupos.
16h - Avaliar/Celebrar
16h30min – Encerramento
É importante que comuniquem com antecedência quem participará representando o grupo/povo, quilombo, aldeia, comunidade.
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES contato via telefone ou e-mail:
- Comissão Pastoral da Terra RS com Simonne (54) 9912 5146 ou cptdors@gmail.com
- Equipe CPT Santa Cruz do Sul
com Oldi Helena Jantsch (51) 9146 6134
com Maurício Queiroz (51)969 93640 ou penaterra@ibest.com.br
São nossos apoiadores nesse IV Encontro:
Conselho Indigenista Missionário – CIMI Sul
Quilombo Rincão dos Negros
ASDISC Santa Cruz do Sul
Cáritas RS
Acolhemos a Todas e Todos com Carinho!
Sejam Vindas e Bem Vindos!
Nosso Abraço Fraterno
COORDENAÇÃO DA COMISSÃO PASTORAL DA TERRA RS
Assinar:
Postagens (Atom)




