terça-feira, 10 de abril de 2012

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos


A busca da unidade ao longo de todo o ano
Promovido mundialmente pelo Conselho Pontífice para Unidade dos Cristãos (CPUC) e pelo Conselho Mundial de Igrejas (CMI), a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC) acontece em períodos diferentes nos dois hemisférios.
No hemisfério sul, em que janeiro é tempo de férias, as Igrejas geralmente celebram a Semana de Oração no período de Pentecostes (como foi sugerido pelo movimento Fé e Ordem em 1926), que também é um momento simbólico para a unidade da Igreja. No Brasil, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) lidera e coordena as iniciativas que, neste ano, acontecem de 20 a 27 de maio, sob o tema de 1 Coríntios 15:51-58: “Todos seremos transformados pela vitória de nosso Senhor Jesus Cristo”.
Já no hemisfério norte, o período tradicional para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC) é de 18 a 25 de janeiro. Essas datas foram propostas em 1908 por Paul Watson porque cobriam o tempo entre as festas de São Pedro e São Paulo e tinham, portanto, um significado simbólico.

terça-feira, 3 de abril de 2012

JUSTIÇA E PAZ COM A CRIAÇÃO


A Ecologia em interação com Justiça e Paz na experiência prática e reflexiva do Conselho Mundial de Igrejas 
“Quão numerosas são tuas obras, Iahweh, e todas fizestes com sabedoria!  A Terra está repleta das tuas criaturas”. (Salmo 104,24)

Compartilho com amigos e amigas, leitores do blog que no dia 28 de março tive a defesa de dissertação de mestrado em Teologia na PUCRS. Meu orientador foi o Professor Dr. Luiz Carlos Susin, frei Capuchinho que também foi meu professor na graduação em Teologia na ESTEF. Também estiveram na Comissão Examinadora, a Professora Drª. Marileda Baggio, da PUCRS e o Professor Dr. Valério Guilherme Schaper, da EST.
Com o título “JUSTIÇA E PAZ COM A CRIAÇÃO” e o subtítulo: “A Ecologia em interação com Justiça e Paz na experiência prática e reflexiva do Conselho Mundial de Igrejas”, procuramos trabalhar o tema da ecologia no movimento ecumênico mundial a partir das duas últimas décadas.
Desde o advento da globalização de um mundo em mudança de época, persentimos um clima de injustiças, onde a vida criada por Deus é vilipendiada em nome do lucro. Num tempo marcado pelo descuido e ameaças de escassez e privatização dos recursos naturais, a humanidade e a Terra sentem o drama das mudanças climáticas. Já vem sendo, portanto, hora de se perguntar pela fé no Deus Criador. O que as igrejas cristãs dizem e fazem e/ou o que mais elas poderiam e deveriam dizer e fazer frente aos problemas ambientais? Pois, foi com esta preocupação que nos empenhamos em pesquisar a ecoteologia do Conselho Mundial de Igrejas (CMI). Esta pesquisa tem como argumento a experiência prática e reflexiva do CMI sobre ecologia em interação com justiça e paz, a partir da convocatória ecumênica mundial de Seul, em 1990. E, também procuramos fazer contraponto com a ecoteologia de Leonardo Boff e um link com a experiência da Pastoral da Ecologia na CNBB Sul 3. 
Postei no blog Olhar Ecológico um resumo da dissertação: olharecologico.blogspot.com.br
Pilato Pereira

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Ciclo de Palestras na Unisinos: Rio+20 – desafios e perspectivas


Vinte anos depois da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Eco-92), a cidade do Rio de Janeiro será novamente sede, de 20 a 22 de junho de 2012, da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a chamada Rio+20. Os temores de um fracasso da COP-17, realizada em Durban, na África do Sul, não se confirmaram. Isto pode ser um bom presságio para a Rio+20. 
O encontro visa renovar o engajamento dos líderes mundiais com o desenvolvimento sustentável do Planeta. Tem por objetivo debater a contribuição da “economia verde” para o desenvolvimento sustentável e a eliminação da pobreza, com foco sobre a questão da estrutura de governança internacional na área do desenvolvimento sustentável. A Rio+20 insere-se, assim, na longa tradição de reuniões anteriores da ONU sobre o tema, entre as quais as Conferências de 1972 em Estocolmo, Suécia, e de 2002, em Joanesburgo, África do Sul.
Os dois temas em foco na Conferência serão: (a) uma economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e (b) o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.
Assim, diante deste contexto, o Instituto Humanitas Unisinos – IHU propõe-se a debater a questão, através de um ciclo de palestras que possibilite compreender o que está envolvido na Conferência, desde sua formação histórica até os seus possíveis impactos no futuro do Planeta.
Clique AQUI e leia mais sobre os objetivos, programação, público alvo e a forma de inscrição.
Fonte: IHU Unisinos (www.ihu.unisinos.br)

CPT define prioridades para próximo triênio e elege nova diretoria nacional



Encerrou-se na última sexta-feira, 30 de março, na cidade de Hidrolândia (GO), a XXIV Assembleia Geral da Comissão Pastoral da Terra (CPT), inspirada no lema “Não mais terão fome ou sede”. A Assembleia Geral da CPT definiu as prioridades para o próximo triênio, fez um balanço da atuação da CPT, e ouviu os testemunhos de trabalhadoras e trabalhadores que estão na luta e na esperança de mudança das estruturas de injustiça que os povos da terra têm vivenciado. Confira a Carta Final da Assembleia:
No primeiro dia da Assembleia, quarta, 28, a reflexão se concentrou no tema da pastoralidade. Foi retomada a criação da Comissão Pastoral da Terra e a conjuntura política e religiosa que era vivida no ano em que a ela foi criada, em 1975. O assessor do encontro e secretário do Movimento de Educação de Base, padre Virgilio Uchoa, fez uma provocação em sua fala a respeito da educação libertadora e transformadora, que perdura nas práticas de mudanças concretas.
Nova diretoria executiva nacional
No último dia de Assembleia foi realizada a eleição da nova diretoria executiva nacional da CPT, para o mandato de 2012 a 2015. Com dois delegados e um trabalhador por regional com poder de voto, foram escolhidas os seguintes nomes:
Para presidente, Dom Enemésio Lazzares, bispo de Balsas (MA), e vice-presidente da CPT entre os anos de 2009 e 2012. Dom Enemésio era o atual presidente da CPT em exercício, devido à morte de Dom Ladislau Biernaski, no dia 13 de fevereiro desse ano.
Para vice-presidente, Dom José Moreira Bastos Neto, bispo de Três Lagoas (MS).
Para a diretoria foram reeleitos Edmundo Rodrigues, da CPT Tocantins, Isolete Wichinieski, da CPT Goiás e Flávio Lazzarin, da CPT Maranhão, e foi eleita Jane Silva, da CPT Pará. Para suplentes da diretoria foram escolhidos Frei Luciano Bernardi, da CPT Bahia e Thiago Valentin, da CPT Ceará.
Carta Final da XXIV Assembleia Geral da CPT
Os 70 participantes da Assembleia Geral da CPT aprovaram, ao final do evento, uma Carta Final onde destacam a memória viva e profética dos mártires da luta pela terra no Brasil, a luta incansável dos povos indígenas pela sua sobrevivência e seu duro processo de resistência diante dos grandes projetos que se desenvolvem em detrimento dessas culturas. A Carta destaca, ainda, as investidas do capital contra o meio ambiente, num processo de exploração devastador. O documento lembrou, ainda, o assassinato de quatro trabalhadores nos últimos dias, vítimas de um processo de violência no campo cada vez mais latente em nosso país. Confira, abaixo, o documento na íntegra:
“Não mais terão fome e sede” (Ap 7,16)
Mensagem da XXIV Assembleia Nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT)
Reunidos em Hidrolândia, GO, nos dias de 28 a 30 de março de 2012, para celebrar a XXIV Assembleia Nacional da Comissão Pastoral da Terra, nós, representantes dos Regionais do Brasil, reafirmamos nossa missão evangélica a serviço dos povos da terra e das águas.
Em tempos de exílio e de sonhos de “bem viver”
Sentimos a força do Espírito na memória das testemunhas e mártires que se fazem presentes na história de nossa caminhada: João Pedro Teixeira (50 anos do assassinato), Oscar Romero, Irmã Dorothy, Manelão do Araguaia e Dom Ladislau Biernaski - o homem que “viveu e pensou a fé a partir dos pobres da terra” -, iluminaram nossa fé e nossa esperança nas reflexões de nossa Assembleia. Comovente e precioso, em tempos de exílio e de cativeiro, foi o relato de camponesas e camponeses que nos contaram e cantaram suas lutas e resistências, avanços e conquistas.
Companheiros do CIMI acompanharam e partilharam conosco, posturas e práticas corajosas junto aos povos indígenas: estes são um sinal de Deus que recria, através deles, todo dia e para toda a humanidade, a ética e a política do Bem Viver, na luta desigual da defesa e reconquista de seus territórios.
A presença lúcida e profética de dom Tomás Balduino, com seus 90 anos, nos dá sempre novo vigor. Trouxe-nos alegria a presença do Secretário Geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, do presidente da Comissão Episcopal de Pastoral do Serviço à Caridade, Justiça e Paz, Dom Guilherme Werlang, do assessor da Comissão oito da CNBB, padre Ari dos Reis, da representante da Cáritas Brasileira e de irmãos e irmã da Igreja Evangélica de Confissão Luterana, da Igreja Adventista do Sétimo Dia e da Igreja Batista.
No clima árido da escassez de profecia, padre Virgílio Uchoa nos ajudou a fazer a memória das raízes da pastoralidade e da espiritualidade, que animam até hoje a CPT. Lembramos um dos luminares da CPT, dom Pedro Casaldáliga. Fomos visitados e reanimados por João XXIII, dom Helder Câmara, dom Aloisio Lorscheider, dom Luciano Mendes, dom Antonio Fragoso e padre José Comblin. Respiramos novamente o ar fresco do Concilio Ecumênico Vaticano II e das assembleias latinoamericanas de Medellín e de Puebla. O rosto de milhares de leigas e leigos das CEB’s iluminou os ideais de uma Igreja libertadora, a serviço do Reino de Jesus e da sua Justiça, Reino dos pobres e empobrecidos, como os preferidos do Pai.
Durante a Assembleia, chegou a noticia – que nos entristeceu e indignou - de mais quatro assassinatos de lideranças camponesas: Antônio Tiningo, coordenador do acampamento Açucena, dia 23 de março, em Jataúba - PE; Valdir Dias Ferreira, 40; e do casal Milton Santos Nunes da Silva, 52, Clestina Leonor Sales Nunes, 48, da Coordenação Estadual do MLST de Minhas Gerais, executados no município de Uberlândia, MG, no dia 24 de março, na presença de um neto do casal, de cinco anos.
Povos e comunidades gritam e lutam para defender territórios e preservar a terra
Preocupam-nos os impactos socioambientais, cada vez mais violentos e acelerados, que atingem diretamente toda a sociedade. Não há limites para a voracidade do capital. O Estado brasileiro é o seu incentivador, via PAC, e financiador, via BNDES. Aposta-se, delirantemente, no crescimento neo-colonialista predador, concentrador de riquezas, em troca de meros projetos assistencialistas.
Isso se expressa claramente nos projetos em discussão no Congresso Nacional:
1. As mudanças aprovadas do Código Florestal que, sob o discurso de defender os pequenos produtores rurais, querem legitimar a depredação dos recursos naturais.
2. A tentativa de retirar do Executivo a prerrogativa de definir e aprovar o reconhecimento dos territórios indígenas e de comunidades quilombolas, com a aprovação da PEC 215, por Comissão da Câmara dos Deputados.
3. Os inúmeros projetos que visam minar os direitos dos mais pobres.
A aprovação de concessão de lavras minerárias que depredam a natureza, invadem áreas de preservação ambiental e territórios de povos indígenas, de comunidades camponesas e de assentamentos da reforma agrária, escancaram o modelo implantado em nosso país.
Vítimas deste processo são os povos indígenas - de modo especial os Guarani Kaiowá de Mato Grosso do Sul, totalmente espoliados de seus territórios e de sua dignidade - quilombolas, posseiros, pescadores, ribeirinhos, extrativistas, acampados e assentados de uma reforma agrária abandonada, assalariados e escravizados, sempre jogados à margem de nossa sociedade.
Anima-nos, porém, a coragem e a resistência dos povos atingidos e impactados pelos projetos que os marginalizam, mas teimosamente apontam novos caminhos de organização e de relacionamentos com a natureza e na sociedade.
Percebemos o risco que corre a democracia, no mundo inteiro, pelos persistentes rearranjos do poder econômico-financeiro nacional e transnacional. Despontam os riscos sobre o futuro do Estado de Direito, na medida em que crescem, nas instituições e na sociedade, mentalidade e comportamentos que impedem a participação das maiorias nas decisões.
A CPT se une a todos os irmãos e irmãs de boa vontade, “pequeno resto” que luta por novos tempos, quando “não haverá mais fome e sede” e “todos terão vida, e vida em abundância” (Jo 10,10). Neste horizonte desafiador, nos sentimos animados pela sabedoria dos povos nativos, quando nos ensinam a vivenciar e a cantar com eles:
“Pisa ligeiro, pisa ligeiro:
quem não pode com a formiga,
não assanha o formigueiro”
ASSEMBLEIA GERAL DA COMISSÃO PASTORAL DA TERRA
Hidrolândia GO, 30 de março de 2012.
Maiores informações:
Cristiane Passos (Assessoria de Comunicação CPT Nacional) – (62) 4008-6406 / 8111-2890
@cptnacional

quinta-feira, 22 de março de 2012

Água nossa de cada dia


Mapa da Escassez de Água - Clique para ampliar
Por Pilato Pereira - Blog Olhar Ecológico
A data de 22 de março, Dia Internacional da Água, é um momento para se fazer alguma discussão sobre os diversos temas relacionados à água. Visto que a situação da água é bastante preocupante em todo o planeta, é preciso um momento de reflexão, análise, conscientização e busca de alternativas práticas para resolver os problemas que foram surgindo ao longo da história por causa de ações equivocadas do ser humano.
Sem água, o ser humano e nenhuma outra forma de vida consegue sobreviver. A água é vital e não pode faltar, mas no ano de 2002, o Dia Mundial da Água foi marcado por um anúncio assustador e preocupante para toda a humanidade. A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou que “mais de 2,7 bilhões de pessoas deverão sofrer com a falta de água em 2025, caso o consumo do planeta continue aos mesmos níveis”. E depois de 10 anos, o anúncio feito pela ONU ainda faz forte eco e nos convida a refletir e a tomar uma atitude.
Nos últimos vem aumentando a preocupação com o descuido e a escassez de recursos da natureza, a começar pela questão da água. Este é um assunto presente em todo o mundo e sabemos que, infelizmente, junto com o discurso da escassez, entra o interesse econômico de transformar a água em mercadoria. São muitos os países que verdadeiramente sofrem a escassez da água. É grande o número de pessoas ao redor do mundo que não tem acesso à água potável e vive a falta de saneamento básico. Se não houver atitudes fortes de enfrentamento deste problema, a situação futura será muito pior. 
Ao falar da escassez da água, precisamos nos perguntar sobre quais são as razões para a crise em que o mundo vive hoje? Realmente são muitos os fatores, mas podemos elencar alguns, como: o forte crescimento e de forma insustentável dos setores agrícola e industrial, que consomem muita água nas suas atividades; os desmatamentos e as erosões dos solos que alteram o ciclo das águas; a poluição dos rios, mananciais, fontes e nascentes; o consumo em excesso e o crescimento populacional. A crise da água vem se agravando ainda mais devido ao sistema econômico global vigente, que nos últimos anos vem forçando a diminuição do controle público e comunitário de abastecimento de água, que está sendo tratada como um assunto comercial. Em vez de ser um bem público, a água muitas vezes é considerada como uma mercadoria. A água que deveria saciar a sede e atender as necessidades das populações, cada vez mais está sendo usada para matar a sede voraz do mercado.
Já se tem notícia de muitos casos em que a privatização dos recursos hídricos e o sistema de abastecimento de água privam as pessoas mais pobres do acesso à água. O que faz milhões de pessoas não ter acesso à água potável não é apenas a escassez de água ou a falta de recursos financeiros para se investir nesta área. Ocorre que em muitos casos, as necessidades e os direitos essenciais de comunidades marginalizadas não são prioridades dos governos e instituições que detém o poder econômico. O acesso à água tem a ver com as relações de poder entre quem possui o controle sobre a água. Portanto, a falta de acesso à água não pode ser vista somente como resultado da escassez.
É importante nos perguntarmos até onde vão as capacidades do nosso planeta. Até onde a Terra pode nos sustentar, ou melhor, até onde ela pode nos suportar. Não seria difícil a Terra nos dar o sustento necessário para viver. Difícil, porém, e quase impossível, é o planeta suportar nosso voraz consumo. Sabemos que a população global vem aumentando cada vez mais. A partir do início da era cristã, foi preciso 15 séculos para duplicar a população do planeta (de 250 para 500 milhões). Mas, na metade do século passado, a população planetária que era de 3 bilhões, mais que duplicou, chegando hoje a 7 bilhões. Um recente relatório do Fundo de População da ONU prevê que, em 2035, a população da Terra poderá chegar a 14 bilhões. E mesmo com o grande aumento populacional, ainda assim teria recursos e matérias-prima para atender a todos. Mas, o problema reside na desigualdade, na forma injusta de distribuição das riquezas. É muito mais uma questão de gerenciamento do que de escassez. Mas, estima-se que a sobrevivência de 1,2 bilhão de pessoas no mundo está em risco devido à falta de água adequada e saneamento. E muitos conflitos que acontecem entre pessoas e comunidades se devem ao acesso desigual à água. 
Quando um ecossistema é desequilibrado, afeta também a água e quando a água é agredida, ela faz falta para todas as outras formas de vida. Por isso, o problema da água se torna um problema maior porque está relacionado com a integridade dos ecossistemas. E diante disso é preciso promover a preservação, gestão responsável e distribuição equitativa da água para todos, baseada na crença de que a água é um dom de Deus e um direito humano fundamental.

terça-feira, 13 de março de 2012

Horas para barrar o novo código florestal


Em apenas algumas horas, a Câmara dos Deputados pode acelerar um novo código florestal expondo vastas extensões de florestas preciosas do Brasil para o corte e a devastação. Se inundarmos suas linhas telefônicas com dezenas de milhares de ligações, poderemos persuadí-los a colocarem a natureza na frente do lucro a curto prazo e suspenderem a votação. E com a Rio+20 se aproximando, será cada vez mais difícil para Dilma assinar essa lei de ataque ao meio ambiente.Temos apenas algumas horas -- ligue agora e avise a todos: 
Ligue agora

quarta-feira, 7 de março de 2012

Datas importantes para a Rede Sementes Crioulas em 2012

  • 21 e 22/04/2012 - Festa Nacional das Sementes Crioulas em Anchieta-SC.
  • 30/05/12 5ºEncontro Municipal de Sementes Crioulas de Arroio do Meio-RS- Organização Agricultores Ecologistas de Forqueta, EMATER local, PJR, CPT e Secretaria de Agricultura.
  • 13/06/2012 - 12ºEncontro Diocesano de Sementes Crioulas em Vale do Sol-RS, sou um dos organizadores desde o início. Evento organizado pela CPT . Um verdadeiro espetáculo, trocas de experiências, debates sobre a agroecologia e trocas de sementes crioulas. Reúne em média 350 agricultores de toda a região, temos a confirmação da Assessoria do Professor Rubens Nodari da Universidade Federal de Santa Catarina, que vai abordar o tema da soberania alimentar, sementes crioulas, os riscos dos transgênicos, etc. Anote na agenda!!!
  • FEICOP - de Santa Maria-RS- 13 a 15 de Julho de 2012 – No sábado dia 14 de julho realizaremos o Seminário Internacional das Sementes Crioulas. Organização Projeto Esperança/Cooesperança.
  • 11º Encontro Municipal de Sementes Crioulas de Ibarama-RS – 10/08/2012-Guardiões de Sementes Crioulas de Ibarama e EMATER de Ibarama. Trabalho referência na região Centro Serra-RS.
  • 23/08/2012 - 22ºSeminário Estadual de Alternativas à Monocultura do Fumo, em Dom Feliciano-RS, organizado pelas Dioceses de: Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Cachoeira do Sul, Cruz Alta, Santo Angelo e a Cáritas-RS e a CPT-RS. Vai acontecer numa das regiões onde mais se cultiva fumo do Brasil. Vou divulgar a programação quando pronta.
Coloquem em suas agendas e Participem
Enviado por Maurício Queiroz